No fim de semana em Tavira...
...enquanto descansava à beira da piscina depois dos jogos observava uns putos, que deviam ter entre 3 e 5 anitos, e os respectivos pais.
Lembrei-me dos tempos em que ia para a piscina da praia das maçãs, praia grande e azenhas do mar, com a minha mãe e o meu irmão (engraçado nunca me recordo da presença do meu pai).
Lembro-me de estar na praia grande e ver as ondas a galgar a piscina...de ver o mesmo nas azenhas do mar.
Costumava não querer comer para poder estar o máximo tempo dentro de água, mas às vezes não aguentava e ia ter com a minha mãe, esfomeado. Comia um ou dois pães com tulicreme, às vezes tulicreme e manteiga e um caprisone...que eu adorava mas que era extremamente difícil enfiar a palhinha para poder beber :))
Como nos dias de hoje, havia sempre uma piscina para as crianças e para os adultos, lembro-me do desafio que era, da curiosidade e da sensação de conquista, as aventuras na piscina dos adultos...era como se estivesse sempre a ultrapassar os meus limites. Observava os mais velhos a saltar da prancha e sonhava um dia conseguir fazer aquilo.
A minha mãe sempre me transmitiu um medo exagerado do mar, medo esse que ela sentia, nunca conseguiu ir mais alem do que a água pelo joelho, e nos meus tempos de bodyboard chegou mesmo a dizer que enquanto ela estivesse presente não queria que eu fosse para o mar, é claro que durou muito pouco tempo, nunca me dei bem com proibições ou imposições, essa não é a melhor maneira para me convencer. :)))
Momentos bons, acabei por nunca sofrer desse medo do mar, hoje respeito e acho que não conseguiria viver num lugar onde não houvesse mar...
Lembrei-me dos tempos em que ia para a piscina da praia das maçãs, praia grande e azenhas do mar, com a minha mãe e o meu irmão (engraçado nunca me recordo da presença do meu pai).
Lembro-me de estar na praia grande e ver as ondas a galgar a piscina...de ver o mesmo nas azenhas do mar.
Costumava não querer comer para poder estar o máximo tempo dentro de água, mas às vezes não aguentava e ia ter com a minha mãe, esfomeado. Comia um ou dois pães com tulicreme, às vezes tulicreme e manteiga e um caprisone...que eu adorava mas que era extremamente difícil enfiar a palhinha para poder beber :))
Como nos dias de hoje, havia sempre uma piscina para as crianças e para os adultos, lembro-me do desafio que era, da curiosidade e da sensação de conquista, as aventuras na piscina dos adultos...era como se estivesse sempre a ultrapassar os meus limites. Observava os mais velhos a saltar da prancha e sonhava um dia conseguir fazer aquilo.
A minha mãe sempre me transmitiu um medo exagerado do mar, medo esse que ela sentia, nunca conseguiu ir mais alem do que a água pelo joelho, e nos meus tempos de bodyboard chegou mesmo a dizer que enquanto ela estivesse presente não queria que eu fosse para o mar, é claro que durou muito pouco tempo, nunca me dei bem com proibições ou imposições, essa não é a melhor maneira para me convencer. :)))
Momentos bons, acabei por nunca sofrer desse medo do mar, hoje respeito e acho que não conseguiria viver num lugar onde não houvesse mar...
5 Comments:
como te compreendo...
jinhos
nota-podes crer aqueles caprisones
era mesmo um acidente pegado!lol.
Um dia destes, nascem-te barbatanas! :)
Mas eu também acho que não conseguia viver num país sem mar Embora conseguisse perfeitamente viver sem entrar no mar. Mas são coisas diferentes!
Beijo.
Tavira?!
Estive lá estas férias... é tão agradável aquele sotavento... ali nunca há ondas, só ondinhas... hihihi
Beijocas medrosas das ondas ;-)
tu com a viola, eu com 1 baraquinha de sangria, seria sucesso garantido nas noites de tavira. ;)
tulicreme..caprisonne...mto bom lol
ja nem me lembrava...e laranjina?
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